Remédios para prevenção das doenças respiratórias

Chegou o outono e os primeiros resfriados. Muitas pessoas terão infecções respiratórias e lotarão hospitais, emergências e uti’s. Terão crises de asma, pneumonia ou bronquiolite (além de outras).
Outros terão a vida prejudicada por rinites, sinusites, otites e outras ites. Nariz obstruído, má respiração durante o sono, cansaço, indisposição, dor de cabeça, tosse e febre.
Porém, alguns passarão os meses de frio incólumes. Saudáveis, produtivos, felizes.
Se você for inteligente vai querer ultrapassar o outono/inverno com saúde total!

Preste atenção nas sugestões de remédios que podem ajudá-lo a permanecer no grupo dos saudáveis o ano inteiro:
1) Isoterapia: são remédios que estimulam a imunidade contra micro-organismos específicos, o maior inimigo microscópico são os vírus influenza.

Nós temos duas opções: os nosódios e as vacinas, ambos, estimulam as defesas.

O uso de nosódios se faz desde o século XIX pelos médicos homeopatas, mas é uma prática ancestral na medicina.

Dentre as várias possibilidades usamos mais comumente os nosódios Influenzinum e Annas barbarie, que são administrados por via oral, a via usual de contato entre o organismo e o ambiente(a outra é a inalatória),  e estimula o sistema de defesa de mucosa digestiva(oral) e respiratória (olhos e respiratório) mediado pela IgA e não tem efeitos adversos, é completamente segura. Recomendamos o uso no outono até a entrada de primavera.

Exemplo de prescrição:

INFLUENZINUM 2019 30CH    XV

ANAS BARBARIES          30CH   XV        SHA 20% qsp 30ml

Gotas

Acima de 10 anos e adultos: 4 gotas vo 1x/semana até iniciar a primavera.

Crianças menores de 10 anos, 2 gotas, 1x/semana até a primavera (início).

A outra medida isoterápica são as vacinas contra a Influenza.

O uso de nosódios não contraindica a vacinação, há pessoas que conseguem excelente proteção exclusivamente com os nosódios, outras fazem apenas as vacinas e há ainda as que utilizam ambas.

As vacinas são administradas comumente pela via intramuscular e tem maior o risco de efeitos adversos de curto e longo prazo, mas não pretendemos abordar este tema (de riscos de vacinas), o risco da via é um risco genérico e não particular deste tipo de vacina. Uma vacina oral ou sublingual seria evidentemente genericamente mais segura.

Alguns riscos da vacinação são descritos nos relatórios epidemiológicos.

O uso de nosódios ou vacina não fornecem imunidade total e duradoura contra os vírus Influenza, os quais mudam constantemente; fornecem um estímulo de defesa transitório, mais prolongado que dura semanas ou meses no caso da vacina, ou mais breve, como semanas no caso dos nosódios e por isto recomendamos seu uso semanal.

Segundo a pneumologista Patrícia del Pino, os portadores de doença pulmonar obstrutiva crônica e os asmáticos se beneficiam as sugestões acima, sendo complementar à vacinação convencional ou até um substituto para aqueles que apresentem contraindicação a esta , como infecção respiratória aguda recente e imunodepressão importante .

Fitoterápicos: conforme a Dra Patrícia del Pino alguns fitoterápicos exercem um papel relevante na otimização da imunidade. Entre os mais eficazes estão o anis estrelado, o gengibre, o alho, a clorela e alguns óleos essenciais como o de eucalipto e o de lavanda.  Em pessoas sintomáticas, em casos de resfriados, faringites ou gripe, recomendamos o Pelargonium, uma planta muito usada na Alemanha e União Europeia com ótimos resultados. A dose em adultos é 30 gotas vo 3x/dia por 7 dias.

Temos ótima experiência com o uso de própolis extrato alcoólico de boa procedência em uma dose de 30 gotas via oral, três vezes ao dia, durante a doença respiratória aguda, ou em doses menores como 10 ou 15 gotas via oral como preventivo, nos meses de maior suscetibilidade. Sugiro diluir em água na hora de tomar. Não recomendamos o uso de mel e própolis em lactentes com menos de 1 ano, pelo risco de contaminação com a toxina botulínica.

Remédios homeopáticos como allium cepa, aconitum, belladona, drosera ou as tuberculinas tem forte papel na prevenção ou no tratamento dos casos agudos, mas requerem supervisão e prescrição médica. Xaropes como Stodal e outros também podem ser úteis.

Sempre é importante ressalvar a importância do acompanhamento médico adequado, com a correção de eventuais deficiências alimentares, vitaminas ou micronutrientes. Ajustes no modo de vida podem auxiliá-lo a se manter saudável, leia aqui!

E fazem enorme diferença!

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